Médico pós-graduado em Psiquiatria, psicanalista e prescritor de cannabis medicinal. Atendo adultos e adolescentes a partir de 14 anos, exclusivamente por telemedicina, em todo o Brasil.
Antes de entrar na medicina, passei no vestibular para Direito. Era um caminho concreto e respeitável, mas não era o que me cativava, apesar das leituras muito interessantes com as quais tive contato durante os primeiros períodos do curso. Algo me chamava para outro lugar, e foi na medicina que eu o encontrei.
Durante toda a trajetória no curso de medicina, eu tinha a certeza de que seria dermatologista — gostava da pele, das feridas, da possibilidade de diagnósticar com o olhar. Mas foi ainda no internato, nas primeiras vezes em que me sentei diante de pacientes em sofrimento psíquico real, que a psiquiatria me capturou de vez. Havia enigmas naqueles discursos, em todas aquelas ansiedades, depressões, delírios psicóticos. O que tudo aquilo queria dizer ia muito além do que o olho podia ver. A curiosidade pela vida e pelos outros, que suspeito ter vindo comigo do berço, tornou-se fascínio genuíno pela lógica singular que cada sujeito constrói para habitar o mundo.
Desde então, a Psiquiatria me proporciona o espaço necessário para continuar crescendo, estudando, escrevendo, tentando entender o incompreensível sobre as naturezas do ser.
Hoje sou médico, pós-graduado em Psiquiatria, psicanalista e prescritor de cannabis medicinal — três campos pelos quais nutro verdadeiro respeito e paixão e que, apesar das ressalvas, conversam bastante entre si justamente pelos pontos de tensão que surgem nas bordas entre eles.
A psiquiatria me deu estrutura para reconhecer os mais variados tipos de sofrimento e um olhar clínico atento. A psicanálise me ensinou a escuta, a ética e a importância dos limites. A cannabis me ensinou que preconceitos podem ser alienantes e perigosos.
Meu trabalho parte de uma convicção: o sofrimento psíquico humano não se explica completamente através de listas de sintomas tão rígidas e fixadas. Existem tantas ansiedades, depressões, bipolaridades, neuroses e afins quanto existem palavras para descrevê-las. Cada pessoa carrega consigo uma história singular — seus conflitos, suas repetições, suas marcas — e é dessa singularidade que parto para construir um cuidado alinhado com aquilo que você fala sobre si. O acompanhamento vai além da prescrição: te proporciono uma escuta ética, comprometida, implicada, sem pressa e sem julgamentos.
A telemedicina mantém o mesmo rigor técnico e humano do presencial, com a liberdade de você ser escutado de onde estiver.
Se você está pensando em dar o primeiro passo, seja bem-vindo. Vamos juntos.
Agende sua consulta — atendo pacientes em todo o Brasil e no exterior.